Algo inédito para mim… 1 semana | 3 filmes

 [*a somar] Os Jogos da Fome: Em chamas | The Hunger Games: Catching Fire (2013)
“Alguns meses após a 74.ª edição dos Jogos da Fome, que sagrou Katniss Everdeen e Peeta Mellark como vencedores, os jovens são obrigados a deixar família e amigos e percorrer os 12 Distritos, marcando presença em eventos oficiais. Nessas visitas, a jovem Katniss apercebe-se de um sentimento de revolta que lhe alimenta a esperança numa rebelião colectiva. Porém, o Capitólio está ainda sob o controlo do terrível Presidente Snow que, ao perceber o perigo que cada um dos vencedores representa enquanto símbolo de força e liberdade, decide preparar um novo evento: uma edição especial dos jogos, nos quais os vencedores dos anos anteriores terão de digladiar-se entre si, até à morte. Assim, percebendo que o objectivo do Governo é eliminá-los a todos, eles sabem que lhes resta uma última oportunidade de encontrar um meio de organizar uma revolta contra o poder instituído e, dessa forma, reconstruir uma sociedade justa em Panen.” (https://cinecartaz.publico.pt/)

Depois de o 1º filme desta trilogia me ter conquistado, sem nada esperar dele, digo que o 2ª não lhe fica atrás, apenas acho que tem menos “Arena”, mas o que se passa por lá é de um raciocínio lógico imenso! Continuo a achar que os efeitos sonoros devem ser ainda mais espectaculares na sala de cinema, mas mais uma vez o filme foi visto no sofá.


[*a somar] 12 anos escravo | Twelve years a slave (2013)

“Na pré-Guerra Civil dos Estados Unidos, Solomon Northup, um homem negro livre de Nova Iorque, é raptado e vendido como escravo. Enfrentando a crueldade mas também momentos de  inesperada bondade, Solomon luta não só para se manter vivo, mas para preservar a sua dignidade. Após 12 anos de uma odisseia inesquecível, Solomon conhece um abolicionista do Canadá que vai mudar para sempre a sua vida.” (http://cinema.sapo.pt/)

Ainda não tinha visto o filme, porque a maioria das pessoas descreviam-no como “muito duro”, no entanto a curiosidade prevaleceu. Não deixa de ser um filme duro [*pensei que fosse mais], é real e deixa-nos a pensar porque raio algures na história da humanidade os brancos acharam que eram mais que os negros, ou que qualquer outra raça, poque raio ainda hoje conseguimos nos deparar com quem pense assim. O filme está claramente muito bem conseguido.
 

[*a subtrair] A rapariga que roubava livros | The book thief (2013)

“Decorre durante a Segunda Guerra Mundial na Alemanha e conta-nos a história de Liesel Meminger, uma rapariga adoptada que vive nos arredores de Munique. Liesel cria um sentido para a sua vida roubando algo a que não consegue resistir - livros. Com a ajuda do seu pai adoptivo que toca acordeão, Liesel aprende a ler e, durante os bombardeamentos, compartilha os livros roubados com os seus vizinhos e com o judeu escondido na sua cave, antes de este ser deslocado para Dachau.” (http://cinema.sapo.pt/)

Tinha curiosidade, o título era atractivo, eu gosto de livros, queria saber que livros eram roubadas e porquê. No fim de ver o filme, sinto que o título não condiz com a história, foi um vazio, a história é fraca ou foi mal adaptada do livro que lhe deu origem.

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