Cirque du Soleil

A minha história com o Cirque du Soleil começa no Holmes Places numa passadeira enquanto corria à hora de almoço, em que como sempre àquela hora estava a ver o programa 60 Minutos na Sic Notícias e neste dia o episódio era sobre o Cirque du Soleil. Este contava a sua história, mostraram como fazem o recrutamento dos artistas e como estes treinam, falaram sobre os muitos espectáculos espalhados pelo Mundo, e eu, fiquei simplesmente fascinada e tomei a decisão de que numa próxima oportunidade iria ver um espectáculo do Cirque du Soleil [*entretanto já tinha perdido os espéctaculos Delirium, Varekai e Saltimbanco].
 
Assim, em 2011 fui ver o “Alegría”, e foi incrível, a música, a cor, o movimento, as acrobacias, tudo... fiquei vidrada naquele espectáculo e lembro-me de no final ter batido palmas sem conseguir parar porque aqueles artistas mereciam todos os meus aplausos [*a minha mãe disse-me que há muito tempo que não me via tão feliz, que eu estava a ver o espectáculo e que parecia que tinha outra vez 5 anos, talvez por isto mesmo o Cirque du Soleil seja para mim sinónimo de felicidade]
 
Depois do “Alegría” [*o meu preferido porque não há amor como o primeiro], veio mais uma decisão, sempre que o Cirque do Soleil vier a Lisboa eu vou querer ver. E por isso no entretanto já vi:
 
[♥] Michael Jackson THE IMMORTAL World Tour “ (2013), um espectáculo todo feito ao som das músicas do rei da Pop e por isso mais ritmado e cheio de dança que vive para além das acrobacias através de um jogo de luz fantástico.
 
[♥] Dralion” (2014), inspirado na filosofia oriental e na busca pela harmonia, traz os símbolos do Oriente, pelo Dragão e do Ocidente pelo Leão, para além de que as cores que vão marcando todo o espectáculo simbolizam os 4 elementos. Tem cor, tem vida, tem movimento e muito boas performances.
 
[♥] Quindam” (2014), é um universo onde se canta e sonha, mas comparado com os outros espectáculos que já vi, este é mais triste, menos colorido e para mim o menos espectacular de todos, ficou a faltar um número de trapézios e trampolins que me deixam sempre com o coração nas mãos.
 
Todos os espectáculos são diferentes, todos surpreendem e é por isso que quando oiço que o Cirque du Soleil vem a Portugal os meus olhos brilham, e tenho a certeza que dali por uns meses vou comprar o meu bilhete [*ainda não consegui decidir comprar assim que começam à venda].
Há quem diga que é muito caro, não digo o contrário, sim é verdade, mas quando pudemos, o dinheiro também serve para nos dar felicidade, e o dinheiro que gasto com o Cirque du Soleil traz-me muitos sorrisos!
 
Cirque du Soleil see you next time!
 
 
 
 

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