Varekai [tudo é possível]


aqui falei da minha paixão pelo Cirque du Soleil e reitero a mesma. Sou super hiper mega fã. Não consigo encontrar espectáculo que me deslumbre e me fascine mais, não encontro outro espectáculo que me faça sentir criança outra vez como este me faz sentir e por isso não consigo resistir a vê-los uma e outra vez, e este ano não foi excepção com o espectáculo, Varekai.

Reza a história, de acordo com o site oficial, que "Nas profundidades de uma floresta no interior de um vulcão existe um extraordinário mundo, um mundo onde tudo é possível. Um mundo chamado Varekai... Um jovem solitário cai dos céus e assim começa a história de Varekai. Caindo de paraquedas no meio de uma floresta misteriosa e mágica, um lugar fabuloso habitado por criaturas de mil metamorfoses, este jovem homem lança-se numa aventura extraordinária e intrigante. Neste lugar longínquo, onde tudo é possível, inicia-se uma celebração à redescoberta da vida.

A palavra Varekai significa “em qualquer lugar” em romani, a língua do povo cigano, os eternos nómadas. Este espetáculo é uma homenagem ao espírito nómada, à alma e à arte da tradição do circo, bem como à paixão infinita de todos os que continuam a busca pelo caminho que conduz até Varekai."

Varekai, na essência do circo, é colorido, cheio de movimento, e presenteia-nos com um imenso espectáculo aéreo, que me fascina por completo. Ao mesmo tempo, é um espectáculo onde a sincronização é evidente, o que demonstra bem o quanto os actores trabalham para garantir que estamos sem dúvida perante um dos melhores espectáculos do Mundo.

E para quem recentemente leu a "Fraude de Ícaro", não deixa de ser interessante o paralelismo entre o voar alto e cair no desconhecido, e por isso esta foi só mais uma das coincidências boas da vida.

"Alegria" continua a ser o meu espectáculo favorito, mas "Varekai" foi directo para o nr. 2. Agora que venha o próximo.






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